Você já deve ter percebido que em alguns meses a conta de luz vem muito mais alta. Isso acontece por causa das bandeiras tarifárias, especialmente a bandeira vermelha. Vamos explicar como isso funciona e como a energia solar ajuda.
As bandeiras tarifárias foram criadas pela ANEEL para mostrar quanto custa gerar energia naquele mês. Existem três bandeiras: verde, amarela e vermelha. A vermelha tem dois níveis: patamar 1 e patamar 2.
Quando a bandeira está verde, você paga o preço normal pela energia. Quando fica amarela, paga um pouco mais. Quando fica vermelha, o acréscimo pode ser bem grande. É aí que a conta sobe e assusta todo mundo.
A bandeira vermelha acontece principalmente em épocas de seca, quando as hidrelétricas geram menos energia. O Brasil precisa ligar usinas termelétricas, que são mais caras, então o custo vai para o consumidor.
Quanto você paga a mais na bandeira vermelha? Na bandeira amarela, o acréscimo é de cerca de R$ 0,01 por kWh. Parece pouco, mas em uma casa que consome 300 kWh, são R$ 3 a mais.
Na bandeira vermelha patamar 1, o acréscimo sobe para aproximadamente R$ 0,04 por kWh. Em 300 kWh, são R$ 12 a mais na conta. Na bandeira vermelha patamar 2, o acréscimo é de cerca de R$ 0,06 por kWh, ou seja, R$ 18 a mais.
Isso sem contar que em meses de bandeira vermelha, geralmente é verão e as pessoas usam mais ar condicionado. Então o consumo sobe e o preço também. É um impacto duplo no bolso.
É aqui que a energia por assinatura faz toda a diferença. Quando você tem parte da sua energia vindo de fazendas solares, não paga a bandeira tarifária sobre essa parte. Você paga bandeira só sobre a energia convencional da CEMIG.
Vamos a um exemplo prático. Imagine uma casa que consome 300 kWh no verão. Sem energia solar, em mês de bandeira vermelha patamar 2, a conta pode chegar facilmente a R$ 340.
Com energia por assinatura, vamos supor que 250 kWh venham da energia solar. Você paga bandeira apenas sobre os 50 kWh que vêm da CEMIG. O restante não sofre impacto da bandeira.
Nesse caso, sua conta total (CEMIG + Veins) fica em torno de R$ 260, mesmo com a bandeira vermelha. A diferença para quem não tem energia solar é de R$ 80 só naquele mês.
Durante o ano, geralmente temos 3 a 4 meses de bandeira vermelha. Se você economiza R$ 80 a mais nesses meses, são R$ 240 a R$ 320 extras de economia por ano, além da economia normal dos outros meses.
É importante entender que a energia solar não elimina completamente o efeito da bandeira tarifária. Você ainda paga bandeira sobre a pequena parte que vem da rede convencional. Mas o impacto é muito menor.
Muita gente reclama das bandeiras tarifárias dizendo que não tem como escapar. Na verdade tem: usando energia solar. É a forma mais eficiente de se proteger dessas variações de preço.
A energia solar não depende de chuva em barragem. O sol nasce todo dia, independente da época do ano. Por isso, o preço da energia solar é mais estável e não sofre com as variações que afetam a rede convencional.
Em resumo: quando todo mundo está sofrendo com a conta alta por causa da bandeira vermelha, quem tem energia por assinatura sente menos o impacto. É como ter um seguro contra as variações de preço da energia.
A Veins Energia tem clientes que relatam economias de até 22% em meses de bandeira vermelha, justamente por estarem protegidos contra esse aumento. É nesses momentos que você vê o valor real da energia por assinatura. Se você quer se proteger das bandeiras tarifárias e economizar mais nos meses difíceis, a energia por assinatura é a solução.